Vacina combate o HPV
Postado em 27/05/2011 Por: AgComunicado
A vacina que imuniza contra o vírus do HPV, disponível apenas na rede privada, ao custo médio de R$ 900, era indicada apenas para mulheres. Recentemente, a ANVISA aprovou a aplicação da vacina em meninos e homens de 9 a 26 anos.
Segundo o pesquisador da USP Adhemar Longatto Filho, a aprovação da vacina para homens trará um grande benefício, uma vez que ele considera o homem o principal vetor de muitas das lesões causadas pelo HPV.
A liberação da vacina foi baseada em um estudo publicado no "New England Journal of Medicine" que comprova a redução de 90% das lesões genitais externas. Foi comprovada a eficácia da vacina contra lesões ligadas aos tipos 6,11, 16 e 18 do HPV.
O tipo 16 é o que tem levado ao aumento dos tumores de boca e da região da garganta (orofaringe) no Brasil, transmitidos por sexo oral.
Segundo o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), 60% dos 96 casos de câncer de orofaringe atendidos em 2010 tinham relação com o HPV.
Transmissão
Segundo o pesquisador da Fiocruz, Edson Duarte, chama a atenção a facilidade de transmissão do vírus. Diferentemente de outras DSTs, o HPV não necessita de fluidos ou secreções orgânicas. A contaminação pode ser pele a pele.
É comum o HPV ficar no organismo sem sintomas por anos a fio. A maioria dos tipos de HPV não causa sintoma e desaparece espontaneamente sem tratamento, o que significa que muitas pessoas não sabem que são portadoras.
Um estudo recente mostrou, por exemplo, que 50% dos homens saudáveis já foram infectados pelo HPV. Outros estudos mostram que as doenças também podem se aparecer como verrugas na região genital, lesões ou cânceres. Entre os mais conhecidos figura o câncer de colo de útero. O vírus do HPV é o causador de quase 100% dos casos de câncer de colo de útero e de metade dos casos de câncer de pênis.
A vacina que imuniza contra o vírus do HPV, disponível apenas na rede privada, ao custo médio de R$ 900, era indicada apenas para mulheres. Recentemente, a ANVISA aprovou a aplicação da vacina em meninos e homens de 9 a 26 anos.
Segundo o pesquisador da USP Adhemar Longatto Filho, a aprovação da vacina para homens trará um grande benefício, uma vez que ele considera o homem o principal vetor de muitas das lesões causadas pelo HPV.
A liberação da vacina foi baseada em um estudo publicado no "New England Journal of Medicine" que comprova a redução de 90% das lesões genitais externas. Foi comprovada a eficácia da vacina contra lesões ligadas aos tipos 6,11, 16 e 18 do HPV.
O tipo 16 é o que tem levado ao aumento dos tumores de boca e da região da garganta (orofaringe) no Brasil, transmitidos por sexo oral.
Segundo o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), 60% dos 96 casos de câncer de orofaringe atendidos em 2010 tinham relação com o HPV.
Transmissão
Segundo o pesquisador da Fiocruz, Edson Duarte, chama a atenção a facilidade de transmissão do vírus. Diferentemente de outras DSTs, o HPV não necessita de fluidos ou secreções orgânicas. A contaminação pode ser pele a pele.
É comum o HPV ficar no organismo sem sintomas por anos a fio. A maioria dos tipos de HPV não causa sintoma e desaparece espontaneamente sem tratamento, o que significa que muitas pessoas não sabem que são portadoras.
Um estudo recente mostrou, por exemplo, que 50% dos homens saudáveis já foram infectados pelo HPV. Outros estudos mostram que as doenças também podem se aparecer como verrugas na região genital, lesões ou cânceres. Entre os mais conhecidos figura o câncer de colo de útero. O vírus do HPV é o causador de quase 100% dos casos de câncer de colo de útero e de metade dos casos de câncer de pênis.
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