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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Amil chega a Minas Gerais
Amil chega a Minas Gerais
09.11.2010
Amil inaugura hoje sua filial em Minas Gerais. A sede da operadora no território mineiro está localizada na Avenida do Contorno, 7248, em prédio de seis andares, que deverá abrigar, até o fim de 2011, cerca de 100 colaboradores, além de toda a área administrativa. O local conta com salas de treinamento e um auditório para 80 pessoas, onde serão realizados eventos para médicos credenciados, colaboradores, equipes de vendas, clientes e prospects.
A atuação da Amil no mercado mineiro contará com atendimento personalizado e qualificada rede de prestadores de serviços médicos, mantendo os valores de excelência médica e de atendimento, já sedimentados na cultura da empresa
09.11.2010
Amil inaugura hoje sua filial em Minas Gerais. A sede da operadora no território mineiro está localizada na Avenida do Contorno, 7248, em prédio de seis andares, que deverá abrigar, até o fim de 2011, cerca de 100 colaboradores, além de toda a área administrativa. O local conta com salas de treinamento e um auditório para 80 pessoas, onde serão realizados eventos para médicos credenciados, colaboradores, equipes de vendas, clientes e prospects.
A atuação da Amil no mercado mineiro contará com atendimento personalizado e qualificada rede de prestadores de serviços médicos, mantendo os valores de excelência médica e de atendimento, já sedimentados na cultura da empresa
domingo, 31 de outubro de 2010
Planos de Saúde
Hoje o mercado é muito diversificado diante da necessidade do cliente, por isso temos um grande leque de empresas que podemos apresentar, dentre elas seguem alguns exemplos:
• Sulamérica,
• Porto Seguro,
• Bradesco,
• Omint,
• Amil,
• Golden Cross,
• Medial Saúde,
• Unimed Paulistana,
• DixSaúde,
• Prevent Senior,
• Intermédica,
• Greenline,
• entre outras
http://www.planosdesaude10.webnode.com.br/
planosaude2002@yahoo.com.br
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
UNIMED PAULISTANA CRESCE 8% NO PRIMEIRO SEMESTRE
Unimed Paulistana cresce 8% no primeiro semestre
Ter, 12 de Outubro de 2010 13:55 Investimentos e Negócios
Em dezembro de 2009 a Unimed Paulistana totalizou 820.184 vidas e em junho deste ano o número chegou a 885.737 vidas, fechando o semestre com crescimento de 8%.
Este dado representa um aumento expressivo se comparado ao mercado, já que de acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o total de vendas dos planos de saúde do primeiro trimestre de 2010 mostrou um crescimento de apenas 0,79%, o que leva a uma projeção de não mais de 3,2% no final deste ano.
"A Unimed Paulistana tem desenvolvido importantes iniciativas, que estão refletindo diretamente neste importante resultado. Uma delas é a aproximação da cooperativa, cada vez maior, com os corretores, identificando oportunidades e buscando alternativas de mercado", explica Maurício Rocha Neves, CEO da Unimed Paulistana.[2]
De acordo com Neves, o primeiro semestre de 2010 foi marcado por importantes conquistas e "a previsão é de aumentarmos o faturamento em 16%".
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Amil não poderá reajustar plano de saúde de forma diferenciada em razão da idade do associado
Extraído de: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios - 24 de Setembro de 2010
O juiz da 11ª Vara Cível de Brasília concedeu liminar ao Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo - IBEDEC/DF, determinando que a Amil Assistência Médica Internacional Ltda se abstenha de reajustar a tabela de planos de saúde em razão da idade dos associados, mas apenas em razão do fator inflacionário e do aumento dos custos operacionais.
O IBEDEC alega na ação coletiva que a Amil é uma das maiores operadoras de plano de saúde do Brasil e tem imposto aos associados idosos uma tabela de preços, cujos reajustes em razão da faixa etária, afrontam a legislação vigente. O instituto requereu, em pedido liminar, que os contratos firmados com pessoas de idade superior a 59 anos não sofram reajustes anuais diferenciados das demais faixas etárias, conforme estabelece o Estatuto dos Idosos, em vigor desde 1/10/2003.
O autor requereu também que o plano se abstenha de negativar o nome dos contratantes inadimplentes que se enquadrem ao caso, além de facultar-lhes o retorno ao plano com a quitação das parcelas vencidas. De acordo com IBEDEC, todos os valores em questão deveriam ser recalculados sem os reajustes pelo fator idade desde a entrada em vigor da Lei nº 10.471/03.
Ao conceder a liminar, o juiz esclareceu que o Estatuto do Idoso vedou que sejam cobrados aumentos diferenciados dos planos de saúde de pessoas idosas, logo os diferentes critérios para reajustes decorrentes da idade do segurado são ilegais.
O magistrado determina que a partir da data da presente decisão a Amil passe a fixar os reajustes anuais dessa parcela da população com base no fator inflacionário e dos aumentos dos custos, nos contratos vigentes, sob pena de multa diária de 5 mil reais. A decisão limita-se ao Distrito Federal. Os outros pedidos feitos pelo IBEDEC foram negados pelo magistrado.
Nº do processo: 2010011101894-8
O IBEDEC alega na ação coletiva que a Amil é uma das maiores operadoras de plano de saúde do Brasil e tem imposto aos associados idosos uma tabela de preços, cujos reajustes em razão da faixa etária, afrontam a legislação vigente. O instituto requereu, em pedido liminar, que os contratos firmados com pessoas de idade superior a 59 anos não sofram reajustes anuais diferenciados das demais faixas etárias, conforme estabelece o Estatuto dos Idosos, em vigor desde 1/10/2003.
O autor requereu também que o plano se abstenha de negativar o nome dos contratantes inadimplentes que se enquadrem ao caso, além de facultar-lhes o retorno ao plano com a quitação das parcelas vencidas. De acordo com IBEDEC, todos os valores em questão deveriam ser recalculados sem os reajustes pelo fator idade desde a entrada em vigor da Lei nº 10.471/03.
Ao conceder a liminar, o juiz esclareceu que o Estatuto do Idoso vedou que sejam cobrados aumentos diferenciados dos planos de saúde de pessoas idosas, logo os diferentes critérios para reajustes decorrentes da idade do segurado são ilegais.
O magistrado determina que a partir da data da presente decisão a Amil passe a fixar os reajustes anuais dessa parcela da população com base no fator inflacionário e dos aumentos dos custos, nos contratos vigentes, sob pena de multa diária de 5 mil reais. A decisão limita-se ao Distrito Federal. Os outros pedidos feitos pelo IBEDEC foram negados pelo magistrado.
Nº do processo: 2010011101894-8
Autor: AF
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Unimed Paulistana planeja faturar R$ 2,2 bilhões em 2011
27/09/10 - 00:00 SAÚDE
Unimed Paulistana planeja faturar R$ 2,2 bilhões em 2011
Wilian Miron
SÃO PAULO - Animada com o crescimento do primeiro semestre, acima do previsto para o mercado de saúde, a Unimed Paulistana, gigante na área de planos de saúde, já faz as contas para chegar em 2011 com faturamento médio de R$ 2,2 bilhões, ou seja, uma alta de 16% em suas receitas.
Ano passado a empresa teve receita de R$ 1,9 bilhão, porém, o crescimento de 8% no primeiro semestre anima as expectativas da companhia, que tem hoje mais de 885 mil clientes em São Paulo. Em dezembro de 2009 a empresa tinha 820.184 clientes.
Para a Unimed Paulistana, estes dados são extremamente animadores, porque, segundo a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), o total de vendas dos planos de saúde não devem ter um crescimento superior a 3,2% neste ano. No primeiro trimestre de 2010, por exemplo, o mercado cresceu 0,79%, o que tornam os números da Unimed Paulistana ainda mais animadores.
De acordo com Maurício Rocha Neves, presidente da companhia, os resultados da empresa no primeiro semestre foram importantes conquistas para a empresa. Segundo ele, a Unimed Paulistana tem desenvolvido importantes iniciativas, que estão refletindo diretamente neste resultado. Uma delas é a aproximação da cooperativa, cada vez maior, com os corretores, identificando oportunidades e buscando alternativas de mercado.
Agência
Além do crescimento exponencial, a Unimed Paulistana assim como as outras operadoras de planos de saúde, devem contar, em breve, com uma ampliação do número de serviços a serem prestados, porque, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) já discute com as operadoras a revisão dessas coberturas, prevista para ocorrer em dois anos.
A estimativa da ANS é que em dois anos as empresas passem a oferecer assistência farmacêutica, à semelhança do Sistema Único de Saúde (SUS), que fornece medicamentos aos pacientes. Esta ação é o principal foco das discussões na agência.
Unimed Paulistana planeja faturar R$ 2,2 bilhões em 2011
SÃO PAULO - Animada com o crescimento do primeiro semestre, acima do previsto para o mercado de saúde, a Unimed Paulistana, gigante na área de planos de saúde, já faz as contas para chegar em 2011 com faturamento médio de R$ 2,2 bilhões, ou seja, uma alta de 16% em suas receitas.
Para a Unimed Paulistana, estes dados são extremamente animadores, porque, segundo a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), o total de vendas dos planos de saúde não devem ter um crescimento superior a 3,2% neste ano. No primeiro trimestre de 2010, por exemplo, o mercado cresceu 0,79%, o que tornam os números da Unimed Paulistana ainda mais animadores.
Agência
A estimativa da ANS é que em dois anos as empresas passem a oferecer assistência farmacêutica, à semelhança do Sistema Único de Saúde (SUS), que fornece medicamentos aos pacientes. Esta ação é o principal foco das discussões na agência.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Planos de Saúde - Individual, Familiar, Pequena e Média Empresa
Hoje o mercado é muito diversificado diante da necessidade do cliente, por isso temos um grande leque de empresas que podemos apresentar, dentre elas seguem alguns exemplos:
• Sulamérica,
• Porto Seguro,
• Bradesco,
• Omint,
• Amil,
• Golden Cross,
• Medial Saúde,
• Unimed Paulistana,
• DixSaúde,
• Prevent Senior,
• Intermédica,
• Greenline,
• entre outras
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planosaude2002@yahoo.com.br
• Sulamérica,
• Porto Seguro,
• Bradesco,
• Omint,
• Amil,
• Golden Cross,
• Medial Saúde,
• Unimed Paulistana,
• DixSaúde,
• Prevent Senior,
• Intermédica,
• Greenline,
• entre outras
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
100+: o futuro da tecnologia aplicada à saúde
100+: o futuro da tecnologia aplicada à saúde
por Gilberto Pavoni Junior | especial para InformationWeek Brasil
28/09/2010
Vertical de saúde mostra disposição e competência ao lidar com consolidação e novos conceitos tecnológicos
por Gilberto Pavoni Junior | especial para InformationWeek Brasil
28/09/2010
Vertical de saúde mostra disposição e competência ao lidar com consolidação e novos conceitos tecnológicos
O setor de saúde é algo a ser acompanhado nos próximos anos em termos de inovação em TI. Não apenas pela boa colocação da campeã, a Associação Congregação de Santa Catarina. As outras duas empresas que completam o segundo e terceiro lugares do segmento - Unimed Belo Horizonte e Amil Assistência Médica - têm muito o que mostrar sobre o momento e o futuro da tecnologia aplicada aos negócios deste ramo.
Quem acompanha o noticiário de TI sabe que o setor é um dos destaques no cenário mundial. Isto se deve a várias configurações de mercado que baixaram os preços das soluções e levaram os CIOs a um patamar de prestígio já experimentado por empresas de outros segmentos. "Vivemos um momento de rápida adoção de tecnologias consagradas e ao mesmo tempo a preparação de novidades que terão impacto em outros setores", diz o superintendente de TI da Unimed Belo Horizonte, Enio Pagani.
A empresa tem passado os últimos três anos adotando práticas de gestão e redução de custos conhecidas, como governança, diminuição de TCO e outsourcing. Ao mesmo tempo, tem trabalhado sua proximidade com o negócio de maneira mais rápida e íntima do que empresas de outros ramos e que se iniciaram na TI há mais tempo. "Antigamente era possível separar a TI, hoje não", explica Pagani.
Isso traz características interessantes para esse segmento. Na Unimed BH, por exemplo, o CIO precisa conferir as métricas de resultados do outsourcing de impressão e ainda cuidar da automatização de processos de negócio como o oferecimento de diagnósticos de imagem e ferramentas para o atendimento hospitalar e clínico. Ao mesmo tempo, necessita construir toda a infraestrutura de um hospital novo da marca e integra isso ao gerenciamento da TI. "Essa é a rotina por aqui, tudo ao mesmo tempo", brinca o executivo.
É a principal característica das empresas do setor. Elas estão vivendo vários anos em um. Nos últimos meses, a Unimed BH adequou o back office com ERP da Totvs para gestão hospitalar. Com esta base funcionando, colocou em prática um serviço de radiologia e exames de imagem, algo que influenciou decisões sobre a rede e o armazenamento. Ainda no período do último ano, começaram os trabalhos de entrega de um novo hospital com 250 leitos e que deve oferecer tudo o que há de mais moderno em termos de equipamento médico e infraestrutura de TI.
A Unimed mineira tem uma TI de 70 pessoas e 15 ficam fora da manutenção ou de qualquer trabalho operacional. Eles estão envolvidos com os novos serviços que devem ser criados e vão precisar de tecnologia. Todos têm contato constante com as áreas de negócio e seguem rígidos controles de projetos e métricas baseadas no retorno dos resultados. Só que nem tudo é esperado como ganho financeiro. "Algumas novidades apenas posicionam a empresa para o futuro, o que é complicado de medir, mas a direção confia nas nossas decisões", explica Pagani.
Por trás da falta de métrica na parte da inovação está realmente o cenário futuro para onde o setor se encaminha. "Nós estamos envolvidos com a oferta de qualidade de vida e isso pode ir muito além do conceito de saúde", define o CIO da Amil, Telmo Pereira. "É para isso que a TI está se preparando ao mesmo tempo em que adota soluções que já foram implantadas por outras empresas", diz. O executivo sabe bem disso. A Amil realizou nove grandes aquisições nos últimos anos. A mais recente foi a Medial, tornando-se líder no mercado nacional de planos de saúde. Enquanto trabalhou a integração das outras empresas, ele teve de criar processos para um segmento em constante modificação de regras legais e modernização de processos.
Na aquisição da Medial, a TI foi separada em duas partes para facilitar a unificação das culturas e a operação dos sistemas que eram diferenciados em cada uma delas. "Mesmo com esse trabalho, não podíamos deixar a inovação de lado", lembra Pereira. Por isso, há um grupo que cuida só de novos projetos. Eles fornecem ideias que são avaliadas por dois comitês que unem a cúpula da empresa, executivos dos clientes, médicos e funcionários das áreas de negócio. A Amil trabalha em três ramos diferentes: diagnósticos, planos de saúde e hospitais. Todos são representados nesses grupos.
As inovações são avaliadas e, mostrando viabilidade, são iniciadas. Com isso, a empresa já substituiu o banco de dados, melhorou a prestação de serviços com uma agenda automatizada e integrada a ferramentas de decisão (chamado Sis Agenda), instalou um BI mobile que pode ser usado em iPad e criou um sistema de gerenciamento de pacientes de alto risco. "O setor de saúde tem sua parte que ainda está correndo atrás em TI, por outro lado é muito mais inovador do que outros considerados early adopter", completa Pereira.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Cade aprova compra do Amesp pela Medial e Alvorada
Cade aprova compra do Amesp pela Medial e Alvorada
(24/09/2010 13:00:00)
Órgão libera também aquisição da Life System Assistência Médica, Emed, Metropolitano e Life System Serviços Médicos pela Amico
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou na quarta-feira dois negócios de empresas na área de saúde. Um deles foi a compra de 100% do capital social das sociedades do Grupo Amesp pela Medial Saúde e o Hospital Alvorada Taguatinga. As empresas atuam na comercialização de planos de assistência à saúde e na prestação de serviços médico-hospitalares.
O outro trata-se da aquisição, pela Amico, da totalidade das cotas da Life System Assistência Médica, Emed Serviços Médicos Hospitalares, Hospital Metropolitano e Life System Serviços Médicos Ambulatoriais e Diagnósticos. As empresas atuam principalmente na prestação de serviços ligados à saúde.
Apesar da aprovação das operações, os conselheiros votaram do órgão votaram pela criação de uma cláusula de não concorrência com duração de cicno anos e que está limitada aos municípios em que a empresa comprasa atua.
Fonte: Saúde Business Web
(24/09/2010 13:00:00)
Órgão libera também aquisição da Life System Assistência Médica, Emed, Metropolitano e Life System Serviços Médicos pela Amico
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou na quarta-feira dois negócios de empresas na área de saúde. Um deles foi a compra de 100% do capital social das sociedades do Grupo Amesp pela Medial Saúde e o Hospital Alvorada Taguatinga. As empresas atuam na comercialização de planos de assistência à saúde e na prestação de serviços médico-hospitalares.
O outro trata-se da aquisição, pela Amico, da totalidade das cotas da Life System Assistência Médica, Emed Serviços Médicos Hospitalares, Hospital Metropolitano e Life System Serviços Médicos Ambulatoriais e Diagnósticos. As empresas atuam principalmente na prestação de serviços ligados à saúde.
Apesar da aprovação das operações, os conselheiros votaram do órgão votaram pela criação de uma cláusula de não concorrência com duração de cicno anos e que está limitada aos municípios em que a empresa comprasa atua.
Fonte: Saúde Business Web
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Área de saúde em alta atrai aporte de Amil e Sírio-Libanês
20/09/10 - 00:00 > SAÚDE
Área de saúde em alta atrai aporte de Amil e Sírio-Libanês


"É um mercado promissor e tem evoluído economicamente, por isso nós vamos começar uma operação fixa no estado a partir de novembro", disse o presidente da Amil MG, Emerson Fidelis Campos.
Segundo ele, para se fortalecer em Minas, a operadora de saúde disponibilizou aportes de R$ 10 milhões, que serão investidos na reforma de um prédio alugado pela empresa em Belo Horizonte, onde será a base da Amil MG, por cinco anos; e também na contratação de pessoal e infraestrutura para tocar o negócio. "Esses aportes são apenas o valor necessário para começar e, se percebermos que precisará de mais, então vamos investir mais", afirmou ele.
Hoje a Amil atende a mais de 5 milhões de clientes em todo o País e, de acordo com o executivo, o estado tem tudo para se tornar um dos mercados mais fortes da empresa, e competir com São Paulo e com o Rio de Janeiro.
"Estamos fazendo contatos com os clientes, médicos e hospitais para termos uma operação bem definida, porque, embora a Amil seja muito forte pelo Brasil, em Minas ela está nascendo", comentou Campos. O executivo esteve presente no nordeste brasileiro durante o "8º Saúde Business Fórum", um dos mais importantes do segmento, realizado na Praia do Forte, Bahia.
O encontro de negócios atrai todos os anos um número grande de empresas da área de saúde e fornecedores principalmente do ramo de tecnologia, alimentação coletiva e telecomunicações.
Além de Minas Gerais, a Amil pretende aumentar sua atuação na Região Nordeste, onde todos os indicadores mostram crescimento acelerado da economia, explicou o executivo. "A empresa vai investir muitos para crescer em estados dessas regiões."
Hospitais
Para sustentar um crescimento exponencial na demanda por serviços de saúde, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, que deve fechar o ano com faturamento de R$ 700 milhões, pretende elevar seus aportes em ampliação da capacidade de atendimento de R$ 130 milhões em 2010 para algo em torno de R$ 180 milhões a R$ 200 milhões, até o final do próximo ano. "Vamos construir um hospital em Brasília e duas clínicas de diagnósticos em São Paulo até o próximo ano [no Itaim e na Avenida Brasil]", disse ao DCI o superintendente de Estratégia Corporativa do hospital, Paulo Chapchap.
Mesmo sem fusões e aquisições, a meta da empresa é passar dos atuais 360 leitos disponíveis para 600 leitos em três anos, comentou Chapchap. Segundo o executivo, o foco do Sírio-Libanês é firmar parcerias com empresas que agreguem valor a áreas estratégicas, a exemplo da desenvolvida com a rede de laboratórios Fleury. "Toda a nossa área de análise digital é feita por eles", comentou o executivo.
Fornecedores
Para os fornecedores das instituições de saúde, o apetite maior dessas empresas em fazer investimentos, será um oásis para novos negócios. Na área de alimentação coletiva, por exemplo, uma das maiores do ramo, a francesa Sodexo, viu um grande filão na venda de alimentos especiais ao segmento hospitalar no Brasil. Hoje, dos R$ 750 milhões que a companhia fatura no País, ao menos 12% vêm desta área, segundo o vice-presidente do braço de saúde da multinacional, Pierre Henri Haritçalde. "Hoje ela cresce a uma taxa média de 30%", comentou ele.
De acordo com o executivo, nos próximos anos, essa área será responsável pela maior parte do faturamento da companhia. "É um segmento que está em efervescência, por isso queremos aumentar a nossa participação neste mercado."
Para a empresa, o segmento hospitalar se tornou interessante para os fornecedores graças à disposição cada vez maior de clínicas e hospitais brasileiros de oferecer serviços de alta qualidade aos pacientes durante a sua internação.
Uma demonstração do potencial que este segmento tem é que, em um ano, as vendas de refeições para hospitais da Sodexo cresceram 24% em receita e 40% em desenvolvimento de negócios. Animada com esses números, a diretora do segmento de saúde e educação da multinacional francesa, Ana Cristina Tarallo Coleti, afirmou que no Brasil há espaço para crescer neste nicho, tanto que a área tem recebido mais de 20% dos aportes da companhia. "Acho que este é um dos principais mercados nos países em que a Sodexo atua", disse.
O repórter viajou a convite do evento
O crescimento do setor de saúde dá impulso aos planos de investimento e expansão de hospitais, planos de saúde e até de empresas que fornecem produtos e serviços. É o caso da Sodexo, de refeições coletivas, em que esse segmento já representa 12% do R$ 750 milhões que a companhia fatura no País. Segundo o vice-presidente do braço de saúde da multinacional, Pierre Henri Haritçalde, "hoje essa área cresce à taxa média de 30% ao ano."
De referência mundial no setor, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, pretende elevar aportes na capacidade de atendimento, com até R$ 200 milhões em 2011, ante os R$ 130 milhões deste ano. A previsão é passar dos atuais 360 leitos disponíveis para 600 leitos, em três anos. "Vamos construir um hospital em Brasília e duas clínicas de diagnósticos em São Paulo até o próximo ano", disse o superintendente de Estratégia Corporativa do hospital, Paulo Chapchap.
Segundo o executivo, o foco do Sírio-Libanês é firmar parcerias com empresas que agreguem valor, a exemplo da feita com a rede de laboratórios Fleury. "Toda a nossa área de análise digital é feita por eles", comentou o executivo.
Quase um ano depois de comprar a Medial Saúde por R$ 612 milhões, o grupo Amil, de seguro de saúde, quer agora reestruturar a operação em Minas Gerais. O faturamento da marca está na casa de R$ 8 bilhões, mas a presença é tímida no estado, onde atende 50 mil clientes, dos 5 milhões de sua carteira, diz o presidente da Amil MG, Emerson Fidelis Campos.
O ânimo dessas empresas baseia-se também em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estima gastos no segmento no País em 7,6% do PIB este ano, valor semelhante ao de Inglaterra e Espanha. O setor privado detém 4,5% do volume e a área deve movimentar R$ 16 bilhões.
Área de saúde em alta atrai aporte de Amil e Sírio-Libanês
Wilian Miron
PRAIA DO FORTE - Empresas da área de saúde ampliam atuação e crescem em várias regiões do País, o que atrai também fornecedores de produtos e de serviços. Prova disso é que quase um ano depois de comprar a Medial Saúde por R$ 612 milhões, o grupo Amil, que atua na área de seguro de saúde, pretende reestruturar sua operação em Minas Gerais. Mesmo com um faturamento na casa dos R$ 8 bilhões, se se considerar toda a sua operação no País, a presença da companhia ainda é tímida no estado, onde ela atende a 50 mil clientes cuja maioria é composta por funcionários de empresas do Rio de Janeiro e de São Paulo que têm atuação na região.Hoje a Amil atende a mais de 5 milhões de clientes em todo o País e, de acordo com o executivo, o estado tem tudo para se tornar um dos mercados mais fortes da empresa, e competir com São Paulo e com o Rio de Janeiro.
O encontro de negócios atrai todos os anos um número grande de empresas da área de saúde e fornecedores principalmente do ramo de tecnologia, alimentação coletiva e telecomunicações.
Além de Minas Gerais, a Amil pretende aumentar sua atuação na Região Nordeste, onde todos os indicadores mostram crescimento acelerado da economia, explicou o executivo. "A empresa vai investir muitos para crescer em estados dessas regiões."
Hospitais
Para sustentar um crescimento exponencial na demanda por serviços de saúde, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, que deve fechar o ano com faturamento de R$ 700 milhões, pretende elevar seus aportes em ampliação da capacidade de atendimento de R$ 130 milhões em 2010 para algo em torno de R$ 180 milhões a R$ 200 milhões, até o final do próximo ano. "Vamos construir um hospital em Brasília e duas clínicas de diagnósticos em São Paulo até o próximo ano [no Itaim e na Avenida Brasil]", disse ao DCI o superintendente de Estratégia Corporativa do hospital, Paulo Chapchap.
Mesmo sem fusões e aquisições, a meta da empresa é passar dos atuais 360 leitos disponíveis para 600 leitos em três anos, comentou Chapchap. Segundo o executivo, o foco do Sírio-Libanês é firmar parcerias com empresas que agreguem valor a áreas estratégicas, a exemplo da desenvolvida com a rede de laboratórios Fleury. "Toda a nossa área de análise digital é feita por eles", comentou o executivo.
Fornecedores
Para os fornecedores das instituições de saúde, o apetite maior dessas empresas em fazer investimentos, será um oásis para novos negócios. Na área de alimentação coletiva, por exemplo, uma das maiores do ramo, a francesa Sodexo, viu um grande filão na venda de alimentos especiais ao segmento hospitalar no Brasil. Hoje, dos R$ 750 milhões que a companhia fatura no País, ao menos 12% vêm desta área, segundo o vice-presidente do braço de saúde da multinacional, Pierre Henri Haritçalde. "Hoje ela cresce a uma taxa média de 30%", comentou ele.
De acordo com o executivo, nos próximos anos, essa área será responsável pela maior parte do faturamento da companhia. "É um segmento que está em efervescência, por isso queremos aumentar a nossa participação neste mercado."
Para a empresa, o segmento hospitalar se tornou interessante para os fornecedores graças à disposição cada vez maior de clínicas e hospitais brasileiros de oferecer serviços de alta qualidade aos pacientes durante a sua internação.
Uma demonstração do potencial que este segmento tem é que, em um ano, as vendas de refeições para hospitais da Sodexo cresceram 24% em receita e 40% em desenvolvimento de negócios. Animada com esses números, a diretora do segmento de saúde e educação da multinacional francesa, Ana Cristina Tarallo Coleti, afirmou que no Brasil há espaço para crescer neste nicho, tanto que a área tem recebido mais de 20% dos aportes da companhia. "Acho que este é um dos principais mercados nos países em que a Sodexo atua", disse.
O repórter viajou a convite do evento
O crescimento do setor de saúde dá impulso aos planos de investimento e expansão de hospitais, planos de saúde e até de empresas que fornecem produtos e serviços. É o caso da Sodexo, de refeições coletivas, em que esse segmento já representa 12% do R$ 750 milhões que a companhia fatura no País. Segundo o vice-presidente do braço de saúde da multinacional, Pierre Henri Haritçalde, "hoje essa área cresce à taxa média de 30% ao ano."
De referência mundial no setor, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, pretende elevar aportes na capacidade de atendimento, com até R$ 200 milhões em 2011, ante os R$ 130 milhões deste ano. A previsão é passar dos atuais 360 leitos disponíveis para 600 leitos, em três anos. "Vamos construir um hospital em Brasília e duas clínicas de diagnósticos em São Paulo até o próximo ano", disse o superintendente de Estratégia Corporativa do hospital, Paulo Chapchap.
Segundo o executivo, o foco do Sírio-Libanês é firmar parcerias com empresas que agreguem valor, a exemplo da feita com a rede de laboratórios Fleury. "Toda a nossa área de análise digital é feita por eles", comentou o executivo.
Quase um ano depois de comprar a Medial Saúde por R$ 612 milhões, o grupo Amil, de seguro de saúde, quer agora reestruturar a operação em Minas Gerais. O faturamento da marca está na casa de R$ 8 bilhões, mas a presença é tímida no estado, onde atende 50 mil clientes, dos 5 milhões de sua carteira, diz o presidente da Amil MG, Emerson Fidelis Campos.
O ânimo dessas empresas baseia-se também em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estima gastos no segmento no País em 7,6% do PIB este ano, valor semelhante ao de Inglaterra e Espanha. O setor privado detém 4,5% do volume e a área deve movimentar R$ 16 bilhões.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Amil compra operadora no Nordeste por R$ 50 milhões
Amil compra operadora no Nordeste por R$ 50 milhões
Operação consolida movimento de expansão da operadora na região.
Faturamento anual da empresa adquirida é de cerca de R$ 180 milhões.
Do Valor OnLine
A operadora de planos de saúde Amil fechou a compra da Saúde Excelsior por R$ 50 milhões, em mais um movimento de expansão na região Nordeste.
Com faturamento anual de aproximadamente R$ 180 milhões, a empresa adquirida tem uma carteira de 132 mil clientes no Nordeste do país, principalmente em Pernambuco (89 mil membros), no Rio Grande do Norte (11 mil membros), em Alagoas (29 mil membros) e na Paraíba (3 mil membros).
Só em Pernambuco, a participação de mercado da Amil passará de 8% para 15% com esta aquisição. A empresa também informa que, antes do negócio, já respondia por 17% do mercado do Rio Grande do Norte.
A Amil já pagou aos controladores da Excelsior R$ 2 milhões a título de sinal. Outros R$ 12,5 milhões serão efetuados após a aprovação do negócio pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), enquanto o saldo remanescente será pago em oito parcelas trimestrais.
Além disso, a Amil assumirá a responsabilidade por passivos e contingências da Saúde Excelsior até o limite de R$ 4 milhões. O negócio também será submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Com faturamento anual de aproximadamente R$ 180 milhões, a empresa adquirida tem uma carteira de 132 mil clientes no Nordeste do país, principalmente em Pernambuco (89 mil membros), no Rio Grande do Norte (11 mil membros), em Alagoas (29 mil membros) e na Paraíba (3 mil membros).
Só em Pernambuco, a participação de mercado da Amil passará de 8% para 15% com esta aquisição. A empresa também informa que, antes do negócio, já respondia por 17% do mercado do Rio Grande do Norte.
A Amil já pagou aos controladores da Excelsior R$ 2 milhões a título de sinal. Outros R$ 12,5 milhões serão efetuados após a aprovação do negócio pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), enquanto o saldo remanescente será pago em oito parcelas trimestrais.
Além disso, a Amil assumirá a responsabilidade por passivos e contingências da Saúde Excelsior até o limite de R$ 4 milhões. O negócio também será submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Planos de Saúde
Hoje o mercado é muito diversificado diante da necessidade do cliente, por isso temos um grande leque de empresas que podemos apresentar, dentre elas seguem alguns exemplos:
• Sulamérica,
• Porto Seguro,
• Bradesco,
• Omint,
• Amil,
• Golden Cross,
• Medial Saúde,
• Unimed Paulistana,
• DixSaúde,
• Prevent Senior,
• Intermédica,
• Greenline,
• entre outras
http://www.planosdesaude10.webnode.com.br/
planosaude2002@yahoo.com.br
• Sulamérica,
• Porto Seguro,
• Bradesco,
• Omint,
• Amil,
• Golden Cross,
• Medial Saúde,
• Unimed Paulistana,
• DixSaúde,
• Prevent Senior,
• Intermédica,
• Greenline,
• entre outras
http://www.planosdesaude10.webnode.com.br/
planosaude2002@yahoo.com.br
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