sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Unimed Paulistana planeja faturar R$ 2,2 bilhões em 2011

27/09/10 - 00:00  SAÚDE
Unimed Paulistana planeja faturar R$ 2,2 bilhões em 2011
                                                                                                                                       Wilian Miron

SÃO PAULO - Animada com o crescimento do primeiro semestre, acima do previsto para o mercado de saúde, a Unimed Paulistana, gigante na área de planos de saúde, já faz as contas para chegar em 2011 com faturamento médio de R$ 2,2 bilhões, ou seja, uma alta de 16% em suas receitas.

Ano passado a empresa teve receita de R$ 1,9 bilhão, porém, o crescimento de 8% no primeiro semestre anima as expectativas da companhia, que tem hoje mais de 885 mil clientes em São Paulo. Em dezembro de 2009 a empresa tinha 820.184 clientes.

Para a Unimed Paulistana, estes dados são extremamente animadores, porque, segundo a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), o total de vendas dos planos de saúde não devem ter um crescimento superior a 3,2% neste ano. No primeiro trimestre de 2010, por exemplo, o mercado cresceu 0,79%, o que tornam os números da Unimed Paulistana ainda mais animadores.

De acordo com Maurício Rocha Neves, presidente da companhia, os resultados da empresa no primeiro semestre foram importantes conquistas para a empresa. Segundo ele, a Unimed Paulistana tem desenvolvido importantes iniciativas, que estão refletindo diretamente neste resultado. Uma delas é a aproximação da cooperativa, cada vez maior, com os corretores, identificando oportunidades e buscando alternativas de mercado.

Agência

Além do crescimento exponencial, a Unimed Paulistana assim como as outras operadoras de planos de saúde, devem contar, em breve, com uma ampliação do número de serviços a serem prestados, porque, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) já discute com as operadoras a revisão dessas coberturas, prevista para ocorrer em dois anos.

A estimativa da ANS é que em dois anos as empresas passem a oferecer assistência farmacêutica, à semelhança do Sistema Único de Saúde (SUS), que fornece medicamentos aos pacientes. Esta ação é o principal foco das discussões na agência.

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